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LAP2D presente no V Encontro Nacional de Ensino e Pesquisa do Campo de Públicas

Acompanhe as atividades do Laboratório de Pesquisas sobre Ação Pública para o Desenvolvimento Democrático no V ENEPCP em Belo Horizonte, na Fundação João Pinheiro, entre 04 e 06 de setembro.



No dia 06 de Setembro, às 10h, será a vez Mesa Redonda “Ação Pública e Meio Ambiente”. As questões ambientais têm colocado obstáculos nos níveis global, nacional e subnacional que demandam ação coordenada entre o Estado e a sociedade para que se caminhe em direção ao desenvolvimento sustentável e socialmente justo. No Brasil, o desmonte recente de parte da estrutura e aparato institucional impactou negativamente na oferta de serviços, processos de governança e capacidade de resposta rápida. Diversos problemas emergenciais foram enfrentados por associações, grupos e coletivos que organizaram formas de ação pública para responder a desafios socioambientais, geraram aprendizagem e soluções possíveis de serem transformadas em políticas públicas. Vários desses problemas emergenciais envolvem o modo de relação com a natureza. A crítica a partir da perspectiva do Antropoceno reposiciona questões políticas e organizacionais urbanas e rurais, enfatizando o local e o território como centralidades capazes de produzir Justiça Climática e Ambiental, bem como alia ressignificação da natureza à redução das desigualdades, importante perspectiva para o Brasil. A retomada proposta pelo governo atual em direção à recomposição da gestão e governança ambiental requer formas de contribuição da sociedade para a reconstruir agendas e políticas públicas. Nesse contexto, a MR se propõe a refletir sobre a ação pública transversal para criar capacidades de atenção e ação do poder público nas realidades socioambientais distintas.


No dia 05 de Setembro, membros do LAP2D e parceiros participarão da Mesa-Redonda "Ação pública, extensão e interdisciplinaridade: sentidos para a inovação pública e a construção democrática".


Em tempos de crise sanitária, econômica e política, a consideração da complexidade se coloca como indispensável para a reflexão e a ação efetivas. No contexto adverso, múltiplas iniciativas contemporâneas têm enfrentado processos de desinformação, desigualdade e discriminação. Nelas, a disposição dialógica à criação de nexos entre saberes se torna meio principal para compreender as situações vivenciadas em determinado território. Essas relações permitem ainda criar estratégias para fazer emergir outras lógicas e estruturas socioestatais, fundamentadas em pressupostos éticos tais como aqueles voltados ao reconhecimento, à garantia de dignidade e à convivência harmônica entre o homem e a natureza. Entre conhecimentos científicos e saberes populares, articulam-se novos caminhos híbridos e inovadores para a ação pública, e esta mesa aponta para três dessas aproximações com o Campo de Públicas: uma delas com o direito eleitoral, visando a garantia de direitos políticos para setores populacionais vulnerabilizados; a segunda, com a saúde pública, visando o desenvolvimento de redes sociotécnicas em territórios saudáveis e sustentáveis; e a terceira aproximação com uma perspectiva pautada pela defesa de direitos culturais enquanto prática emancipatória. Esses encontros materializam-se em práticas que têm estreitado laços entre distintos setores da academia, da sociedade civil e da burocracia estatal, e serão apresentadas e debatidas considerando suas premissas teóricas, dinâmicas, alcances e desafios.


Nos dois dias, o Laboratório também coordenará e fará parte da programação da Sessão Temática "Participação Social e Ação Pública: perspectivas para o fortalecimento da democracia e da gestão pública", durante o período vespertino.


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